segunda-feira, 26 de julho de 2010

apesar de

termos adormecido,
ter sido um início de manhã mais stressante e atribulado,
ter ficado ainda algum tempo à espera do metro,
ter perdido um comboio na mudança de linha por pura trenguisse,
ter tropeçado algumas vezes nos próprios pés no caminho entre a estação e o emprego,
de me ter esquecido de trazer um livro,

era capaz de me habituar a não ter que conduzir todos os dias.

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