domingo, 26 de setembro de 2010

férias

# 9

O décimo teceiro conto - Diane Setterfield

Sinopse

"Arquitectado ao melhor estilo dos grandes romances anglo-saxónicos, O Décimo Terceiro Conto foi eleito "um clássico moderno" pela revista inglesa The Bookseller. Traduzido em 32 países, alcançou o primeiro lugar no top de bestseller do jornal The New York Times, ocupando a mesma posição na revista americana Publishers Weekly, ambos relativos ao mês de Outubro de 2006. O Décimo Terceiro Conto, de Diane Setterfield, tem início quando a filha de um livreiro, Margaret Lea, descobre uma carta da sua escritora inglesa preferida que se imortalizou tornando-se uma verdadeira lenda: Vida Winter. Nessa carta Winter expressa a sua vontade para finalmente contar em livro aspectos nunca antes revelados da sua vida que sempre intrigaram jornalistas e fãs. Depois de ter escrito treze histórias, que apenas continham doze, a sua primeira obra, parece ter chegado agora o momento de desvendar o décimo terceiro conto, a sua própria história. Num compulsivo e emocional mistério, Diane Setterfield cria um enredo considerado "talentoso" pelo Washington Post."


A vida de Vida Winter conquista-nos logo nos primeiros momentos, as suas memórias de infância, as gémeas, a família, a casa, tudo se lê avidamente página atrás de página.
Sem ser um grande livro, é sem dúvida uma história bem contada.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

*blush*

estás mais magra, dizem-me.
sabe tão bem ouvir...

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

# 8

Persuasão - Jane Austen

Sinopse:

É em «Persuasão», o último romance acabado de Jane Austen, que encontramos a sua heroína mais notável - Anne Elliot. Sobre ela escreveu, um dia, a autora: "ela é quase demasiadamente boa para mim." No entanto, naquela que é a sua obra mais amadurecida, que descreve uma órbita de afastamento nítida em relação ao tom predominantemente satírico dos seus anteriores romances, Austen trata o carácter e os afectos da protagonista de uma forma que, sem perder totalmente de vista a ironia é, sem sombra de dúvida, muito mais terna, e anuncia já uma percepção mais aberta e dinâmica da personalidade e comportamentos humanos. Uma história de amor, desenvolvida com profundidade e subtileza, proporciona o campo ideal para um estudo refletido, que sustenta na sua linha de horizonte o complexo relacionamento entre os dois sexos, e no qual homem e mulher surjem como seres moralmente análogos.

ando numa fase em que as palavras voam na frente dos meus olhos, em que tenho a sensação, quando pego no livro, de que já não me lembro sequer das últimas páginas que li no dia anterior. mas não. começo a ler e tudo volta a ter sentido, na Persuasão de Jane Austen. um clássico de que gostei, não apreciando a ponto de ficar fã de Jane Austen.

o livro é interessante, leitura agradável, como o são os romances daquela época, paixões correspondidas ou não, as raparigas que desejam secretamente os rapazes e estes que lhes fazem a corte. a importância dos pais, da condição social e do dote, a hierarquia social.

curiosamente, o livro cujo fim se adivinha quase logo no primeiro capítulo, vai desenvolvendo por caminhos travessos e com intrigas secundárias, para culminar em 3 últimos capítulos intensos. Um livro de amor, sem um único beijo.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

nunca tenhas medo de saltar


Salta agora pelo amor
Ele dá o paladar
Mesmo que a tua sorte
Seja a de um perdedor

Nunca deixes de
saltar

Se saltares muito alto
Não tenhas medo de cair (baby)
De ficar infeliz
Feliz a cem por cento
Só mesmo um pateta feliz

Dançar na Corda Bamba
Não é techno, não é samba
É a dança do ter e não ter
É a dança da Corda Bamba
clã - corda bamba

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

hoje está tudo muito bem escolhido

lembrem-me para não comprar e nem sequer acabar de utilizar a amostra que comecei hoje. ou sou eu que ponho perfume a mais ou é o perfume que é demais.

tenho medo

das lágrimas que me espreitam os olhos com demasiada frequência. sem razão, por razões desconhecidas, por razões inventadas.
tenho medo.
medo de as sentir. estava tão bem sem elas.
tenho medo
medo de mim, do mal que nos faço.

domingo, 5 de setembro de 2010

genética

a minha fez-me tão igual à minha mãe que até tenho medo.
medo ao reconhecer em mim o que de mau vejo nela.
o bom, o tanto bom, esse ainda não consegui ver no espelho.
um dia, talvez, um dia menos mau.

to do's

“Make a list. Cross it off. Build a fort. Read a magazine. Turn off the tv. Make some coffee. Smell the flowers. Take a day off. Take two days off. Take a week off. Go outside. Buy a plane ticket. Leave the country. Fall in love. Wear something new. Wear nothing. Camp a mountain. Swim with the fish. Paint a picture. Paint yourself. Listen to new music. Listen to old music. Play music. Take a walk. Make a new friend. Reconnect with old friends. Write people letters. Send the letters. Tell the truth. Grow your own fruit. Look at the stars. Breathe in. Breathe out.

Now, remember this moment.”


(daqui)

rendida

1º post em tons de maçã...

sábado, 4 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

crazy? different

simplesmente me perdi neste episódio de lei e ordem: chorei chorei chorei com a avó, o filho, a neta.
ser diferente não é fácil, e quando a diferença é doença, a vida foge-nos das mãos, das nossas e das dos nossos.

onde eu leio (c)

coisas para fazer hoje



comprar bilhetes, comprar bilhetes, comprar bilhetes.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

sem título

dúvida existencial

agora que comprei a versão mais brega da in-bag, na parfois, será que finalmente me vou converter à combinação da carteira com a roupa de cada dia?
sim, espera-se também, que finalmente dê uso às carteiras todinhas que se acumulam no armário do escritório.

sugus de fruta

quem não se lembra? eu adorava e simplesmente não parava enquanto não acabava o pacote.
no outro dia comprei um pacote para matar saudades e decepcionei-me: só sabem a açúcar. já era assim quando éramos miúdos?
definitivamente, agora prefiro os mentos (de fruta) ou os caramelos da chupa chups.

com uma sombrinha

Entrar no mundo da Jane Austen (como no de outras romancistas clássicas) é entrar em amores sofridos, não correspondidos, difíceis de conquistar, ou rebeldes, contrários à vontade da família.

É saborear serões de música e dança, chávenas de chá em serviços de porcelana e vestidos até aos pés, modelos de Paris.

É passear no campo, andar de carruagem, montar a cavalar.

É fofoca, é intriga, são casamentos arranjados, é um mundo de mulheres rainhas e de homens conquistadores, ou conquistados.